Amigos dos Animais,
Dando continuidade ao Plano de Actividades a que o GBEA se propôs no 1º trimestre - Animais de Companhia - , iremos promover uma Visita a animais que são abandonados e/ou capturados, e cujo destino é o Centro de Recolha (canil).
É intenção compreender como estes animais aí vão parar, e qual o tratamento que lhes é dado.
Junte-se nesta Visita, a acontecer no dia 15 de Fevereiro pelas 10h00, no Centro de Recolha de Ponta Delgada, no Azores Parque.
Até lá,
Célia Pimentel
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
No Nordeste, ilha de São Miguel (Açores) vai nascer um elefante

Depois da experiência falhada de criar e manter um Parque Zoológico no Pico da Pedra por parte de um privado, o qual chegou a ter alguns animais sem quaisquer condições de segurança e de espaço que garantisse as mínimas condições para os animais, assiste-se à aberração que é a Câmara Municipal da Lagoa manter em cativeiro um macaco numa gaiola num jardim em Santa Cruz e à teimosia da Câmara Municipal da Povoação em persistir em manter, em local de segurança duvidosa e sem condições, um conjunto de animais presos no denominado Parque Zoológico da Povoação.
Relativamente à Povoação, tivemos a oportunidade de ouvirmos o veterinário responsável pelo espaço dizer, na RTP - Açores, que o futuro do parque seria definido pelas escolas em termos das suas necessidades educacionais. Se a continuação daquele espaço, mesmo em condições mais dignas para os animais, depender das escolas podemos estar descansados já que os seus dias estarão contados pois a observação de animais em cativeiro, com comportamentos alterados por este facto, não tem a mínima importância em termos do ensino da biologia ou da ecologia e muito menos da educação ambiental. Para esta temos os nossos espaços naturais, com a sua flora e fauna características que muitos mais ensinamentos nos podem dar do que animais encaixotados apenas para satisfazer as mentes doentias de alguns.
Insensível a todos os argumentos contra a criação de Parques Zoológicos, o presidente da Câmara Municipal de Nordeste, persiste na criação de um no seu concelho, sabendo que o mesmo não estará ao serviço da educação das novas gerações, já que um bom filme/documentário desempenhará melhor este papel, em nada contribuirá para um melhor conhecimento dos animais e não será no zoológico de Nordeste que será feito algo para evitar a extinção de qualquer espécie.
Assim, o que faz correr a Câmara Municipal de Nordeste?
A ilusão de que o concelho ficará inundado de resmas de turistas, contribuindo para melhorar a fraca economia dos nordestenses?
Os tempos dirão, mas estamos certos que tal não acontecerá e no Nordeste nascerá um elefante branco cuja manutenção ficará a cargo do erário público enquanto vida tiver.
Pico da Pedra, 6 de Fevereiro de 2010
Teófilo Braga
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Comentário de Paulino Amaral, Sócio n.º 1210
Caríssima companheira Célia Pimentel
Na qualidade de sócio da Associação Ecológica Amigos dos Açores, acho-me no dever de aplaudir a criação do “Grupo pelo Bem-Estar Animal bem como de partilhar convosco as minhas reflexões e preocupações sobre esta temática.
O primeiro debate público levado a efeito no passado mês de Janeiro intitulado “Abandono e Recolha de Animais Selvagens e de Companhia”, que teve o mérito de nos prestar informação útil, derrapou para As causas do sofrimento animal-como minimizá-las ou eliminá-las e deixou bem patente que “cada qual, sua opinião”.
Estamos todos de acordo que é sádico e repugnante a matança à paulada de focas no Alasca, a esfoliação de cães ainda vivos (ver internet mensagem), o massacre de elefantes para extracção de marfim, bem como e já entre portas, o enjaulamento de animais para espectáculos circenses ou as touradas e lutas de cães. No entanto, gostaria de perguntar:
- gorilas, chimpanzés, girafas ou leões enclausurados em Jardins Zoológicos, não sofrem?
- pássaros exóticos empoleirados em gaiolas, em nossas casas, não sofrem?
- répteis fora do seu meio ambiente, em nossos jardins, não sofrem?
- cães de grande porte em apartamentos ou minúsculos pátios, não sofrem?
- bovinos em lameiros no Inverno, não sofrem?
- aves em aviários apinhados, não sofrem?
- porcos mortos à facada e lentamente, não sofrem?
E nós, que fazemos?
- compramos peles sem informação da sua proveniência
- levamos nossos filhos ao circo e ao zoo,quando no País já existem Parques Naturais
- compramos animais que jamais foram domésticos e de companhia no nosso País
- cruzamo-nos com cães perigosos atrelados ou soltos, por irresponsabilidade de seus donos
- alimentamo-nos de carne de animais criados em autênticos cativeiros.
Enquanto, situações há que se nos escapam dado o seu distanciamento, outras acontecem à nossa porta, podendo com esforço colectivo, serem minimizadas ou até eliminadas.
Como fazê-lo e para quem?
- disponibilizando informação, de preferência com fotografias cruéis, aos nossos sócios, para posterior divulgação entre amigos e familiares
- promovendo debates mensais públicos, mostrando a dura realidade e apelando à sua sensibilidade e mudança de atitude
- trabalhando as crianças e jovens que até, inocentemente são coniventes com tais situações(p.e. não aceitando o cativeiro de animais em zoos; não pedindo a seus pais animais desadequados aos seus lares)
Outra situação que me choca diariamente, é a falta de respeito para com quem não quer ser incomodado ou molestado por animais alheios.
Não aceito cães a serem soltos na via pública, sobretudo em locais onde se fazem caminhadas ou em jardins onde estão famílias com ou sem crianças, bem como em logradouros particulares de fácil acesso à rua. Basta consultar as estatísticas dos hospitais para ficarmos abismados com a quantidade de ataques.
Em conclusão, condenemos atitudes bárbaras fora de portas, mas mudemos maus hábitos à nossa porta.
Sempre ao dispor.
PAULINO AMARAL
sócio nº 1210
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Registo fotográfico de 29 de Janeiro
Olá Amigos dos Animais.
Partilho convosco o registo fotográfico da sessão de esclarecimento "Abandono e recolha de animais selvagens e de companhia. Como proceder?", decorrida na Escola Secundária das Laranjeiras.
Obrigada aos presentes,
Célia Pimentel
Partilho convosco o registo fotográfico da sessão de esclarecimento "Abandono e recolha de animais selvagens e de companhia. Como proceder?", decorrida na Escola Secundária das Laranjeiras.
Obrigada aos presentes,
Célia Pimentel
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Sessão de esclarecimento "Abandono e recolha de animais selvagens e de companhia. Como Proceder?"
Amigos dos Animais,
Queremos pôr-vos ao corrente do resultado da sessão, decorrida a 29 de Janeiro na Escola Secundária das Laranjeiras pelas 20h30m, “Abandono e recolha de Animais Selvagens de Companhia. Como Proceder?”, que teve uma afluência de cerca 35 pessoas.
Os objectivos desta sessão eram encontrar respostas a dúvidas, que ocorre à maior parte de nós.
· O que fazer quando vemos um animal de companhia ou selvagem abandonado?
· Devemo-nos aproximar? Alimentá-lo? Levá-lo para casa?
· Quem devemos contactar?
· O que fazer no caso de não podermos ter mais um animal em casa?
· Que percurso seguem os animais após a recolha pelas autoridades?
· Como são tratados os animais entregues nos Centros de Recolha?
· O que fazer para estimular a adopção de animais de companhia?
Nesta sessão contámos com a presença da Autoridade SEPNA, pela pessoa do Sargento-ajudante José Santos e com o Médico Veterinário Municipal da Câmara de Ponta Delgada, Dr. Vergílio Oliveira, aos quais agradecemos os esclarecimentos prestados. Agradecemos também à Escola Secundária das Laranjeiras, onde decorreu a sessão.
Bem sabemos que não é cívico o abandono de animais, mas estes não deixam de ocorrer. Ora, quando nos deparamos com um animal abandonado, devemos ter em conta 4 passos:
1. Averiguar se existem condições de segurança para nos aproximarmos do animal, tendo em conta: a raça, o estado em que se encontra (ferido ou não) e ao grau de perigosidade.
2. Alimentar o animal se este apresentar indícios de afabilidade.
3. Poder-se-á recolher o animal temporariamente para um local onde fique em segurança, se o animal for afável.
4. Informar as Autoridades SEPNA e o Médico Veterinário Municipal, pois são a estes que competem a recolha de animais abandonados.
Após a recolha do animal pelas Autoridades, ele é analisado e classificado como Recuperável ou Não Recuperável.
Os animais recuperáveis, são colocados numa boxe no Centro de Recolha por um período mínimo de 8 dias, após os quais são dados para a adopção.
Os animais não recuperáveis são abatidos na hora. São animais que estão muito traumatizados (fracturas graves), queimaduras gravíssimas ou com um baixíssimo grau de sociabilização (animais altamente agressivos).
Quando compramos uma casa temos em mente o número do agregado familiar e é isso que nos leva a comprar um T1 ou um T3…, um V1 ou um V3…
Também existem parâmetros quanto ao número máximo de animais por habitação. Passamos a descrever:
· Prédios urbanos – por fogo: 3 cães adultos, 4 gatos. Não pode exceder o número de 4 animais.
· Prédios rústicos ou mistos: 6 animais adultos.
· Fracções autónomas em regime de propriedade horizontal: o regulamento pode estabelecer um limite de animais inferior ao referido anteriormente.
Estes são os parâmetros para que haja sanidade entre animais humanos e não humanos.
Logicamente cabe a cada um de nós tomar medidas para os cumprir, que pode passar por exemplo pela esterilização dos animais, pois a sua procriação pode originar o abandono do “excesso”.
Este “excesso” acaba quase sempre no Centro de Recolha de Animais (Canil) e se esses animais não forem adoptados, na sua morte.
Que não tenhamos ilusões, pois o Centro de Recolha é eventualmente um "corredor para a morte" e os culpados de colocarem os animais nesse corredor são as pessoas que os abandonam! Responsabilizemo-nos pelos nossos actos.
Devemos sensibilizar a população a cuidar dos animais não humanos, pois de tal forma a nossa espécie apoderou-se deste planeta, que temos que encontrar uma forma de coexistência e não de soberania.
Obrigada pela presença, pela preocupação, pela participação dos presentes e dos que estão a ler este comentário, pois isso significa interesse, EMPATIA.
Até uma próxima,
Célia Pimentel
Queremos pôr-vos ao corrente do resultado da sessão, decorrida a 29 de Janeiro na Escola Secundária das Laranjeiras pelas 20h30m, “Abandono e recolha de Animais Selvagens de Companhia. Como Proceder?”, que teve uma afluência de cerca 35 pessoas.
Os objectivos desta sessão eram encontrar respostas a dúvidas, que ocorre à maior parte de nós.
· O que fazer quando vemos um animal de companhia ou selvagem abandonado?
· Devemo-nos aproximar? Alimentá-lo? Levá-lo para casa?
· Quem devemos contactar?
· O que fazer no caso de não podermos ter mais um animal em casa?
· Que percurso seguem os animais após a recolha pelas autoridades?
· Como são tratados os animais entregues nos Centros de Recolha?
· O que fazer para estimular a adopção de animais de companhia?
Nesta sessão contámos com a presença da Autoridade SEPNA, pela pessoa do Sargento-ajudante José Santos e com o Médico Veterinário Municipal da Câmara de Ponta Delgada, Dr. Vergílio Oliveira, aos quais agradecemos os esclarecimentos prestados. Agradecemos também à Escola Secundária das Laranjeiras, onde decorreu a sessão.
Bem sabemos que não é cívico o abandono de animais, mas estes não deixam de ocorrer. Ora, quando nos deparamos com um animal abandonado, devemos ter em conta 4 passos:
1. Averiguar se existem condições de segurança para nos aproximarmos do animal, tendo em conta: a raça, o estado em que se encontra (ferido ou não) e ao grau de perigosidade.
2. Alimentar o animal se este apresentar indícios de afabilidade.
3. Poder-se-á recolher o animal temporariamente para um local onde fique em segurança, se o animal for afável.
4. Informar as Autoridades SEPNA e o Médico Veterinário Municipal, pois são a estes que competem a recolha de animais abandonados.
Após a recolha do animal pelas Autoridades, ele é analisado e classificado como Recuperável ou Não Recuperável.
Os animais recuperáveis, são colocados numa boxe no Centro de Recolha por um período mínimo de 8 dias, após os quais são dados para a adopção.
Os animais não recuperáveis são abatidos na hora. São animais que estão muito traumatizados (fracturas graves), queimaduras gravíssimas ou com um baixíssimo grau de sociabilização (animais altamente agressivos).
Quando compramos uma casa temos em mente o número do agregado familiar e é isso que nos leva a comprar um T1 ou um T3…, um V1 ou um V3…
Também existem parâmetros quanto ao número máximo de animais por habitação. Passamos a descrever:
· Prédios urbanos – por fogo: 3 cães adultos, 4 gatos. Não pode exceder o número de 4 animais.
· Prédios rústicos ou mistos: 6 animais adultos.
· Fracções autónomas em regime de propriedade horizontal: o regulamento pode estabelecer um limite de animais inferior ao referido anteriormente.
Estes são os parâmetros para que haja sanidade entre animais humanos e não humanos.
Logicamente cabe a cada um de nós tomar medidas para os cumprir, que pode passar por exemplo pela esterilização dos animais, pois a sua procriação pode originar o abandono do “excesso”.
Este “excesso” acaba quase sempre no Centro de Recolha de Animais (Canil) e se esses animais não forem adoptados, na sua morte.
Que não tenhamos ilusões, pois o Centro de Recolha é eventualmente um "corredor para a morte" e os culpados de colocarem os animais nesse corredor são as pessoas que os abandonam! Responsabilizemo-nos pelos nossos actos.
Devemos sensibilizar a população a cuidar dos animais não humanos, pois de tal forma a nossa espécie apoderou-se deste planeta, que temos que encontrar uma forma de coexistência e não de soberania.
Obrigada pela presença, pela preocupação, pela participação dos presentes e dos que estão a ler este comentário, pois isso significa interesse, EMPATIA.
Até uma próxima,
Célia Pimentel
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Cão resgatado na Polónia
Com tanta notícia de sobrevivência humana que se assiste todos os dias no Haiti, deparei-me com esta notícia divulgada hoje na SIC Notícias...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Sessão Pública - Abandono e Recolha de Animais

O Grupo pelo Bem Estar Animal dos Amigos dos Açores - Associação Ecológica organiza na próxima sexta-feira, dia 29 de Janeiro, pelas 20h30m, na sala 200 da Escola Secundária das Laranjeiras, em Ponta Delgada, uma sessão pública intitulada "Abandono e Recolha de Animais Selvagens e de Companhia. Como proceder?".
Serão oradores convidados o Sarg. Ajudante Santos do SEPNA - Serviço de Protecção na Natureza e do Ambiente da GNR e o Dr. Vergilio Oliveira, Veterinário Municipal de Ponta Delgada.
Compareça e participe no debate. A entrada é livre.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Apelo: Procura-se Lar
Olá Amigos dos Animais!
Chegou até nós um pedido.
A Sr.ª Elvira Lameiras apela por um Lar, para estes animais.
Seus nomes são Yara, Bono, Neo, Praia, Snoopy e Tico respectivamente.
Para mais informações contactar através do email "glameiras@gmail.com".
Até uma próxima,
Célia Pimentel
Chegou até nós um pedido.
A Sr.ª Elvira Lameiras apela por um Lar, para estes animais.
Seus nomes são Yara, Bono, Neo, Praia, Snoopy e Tico respectivamente.
Para mais informações contactar através do email "glameiras@gmail.com".
Até uma próxima,
Célia Pimentel
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