domingo, 8 de maio de 2011
Semana Académica em Lisboa
Por favor, Envie a Sua Mensagem de Protesto Contra a “Vacada Académica 2011”
A ANIMAL recebeu a indicação de que a Garraiada Académica prevista para acontecer na próxima terça-feira, dia 10 de Maio, no Campo Pequeno, foi substituída por uma “Vacada” a ter lugar no Parque de Estacionamento da Universidade Lusíada de Lisboa. Infelizmente, não é a primeira vez que tal acontece, e mesmo a ANIMAL tendo feito (na altura) queixa às autoridades competentes, os eventos aconteceram na mesma.
Por favor ajude a a aumentar a pressão que estamos a fazer para que a “Vacada” não aconteça, e, dessa forma, ajude a evitar que uma vaca indefesa venha a ser perseguida e brutalizada por um grupo de pessoas que, aparentemente, não têm nada de útil com que se ocupar. Por favor não deixe que o facto de ser fim-de-semana a/o impeça de enviar e-mails; faça-o, para que na próxima segunda-feira o Reitor da Universidade Lusíada veja que os animais têm muitas pessoas que se preocupam com eles.
Por favor, envie a mensagem abaixo sugerida – ou escreva e envie a sua mensagem, se preferir – para:
Reitor da Universidade Lusíada:
mmmpsc@lis.ulusiada.pt
dionisio@lis.ulusiada.pt
Com CC a:
campanhas@animal.org.pt
E também com CC à Associação Académica de Lisboa:
geral@aal.pt
Mensagem Sugerida:
Exm.º Senhor Professor Doutor Engenheiro Diamantino Freitas Gomes Durão,
Digníssimo Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa,
Tomei conhecimento de que, em conjunto com a Associação Académica de Lisboa, a Associação Académica Lusíada irá participar numa “vacada”, prevista para acontecer no próximo dia 10 de Maio, terça-feira, no Parque de Estacionamento da Universidade Lusíada de Lisboa. O choque com que recebi a notícia de que um tal evento pudesse sequer suceder, acrescido do facto de ter sabido que o mesmo tem tido lugar ano após ano no mesmo local, fizeram-me contactar V. Exa. no sentido de o alertar para o seguinte: este tipo de divertimento, imoral e desprovido de qualquer sentido na sociedade moderna e evoluída na qual estamos inseridos, representa mais um sintoma gravíssimo de incivilidade e primitivismo com que o nosso país parece querer cada vez mais ser identificado, e mancha, com efeito, o nome de qualquer instituição respeitável, como é o caso da que V. Exa. rege. A diversão que os alunos pretendem com as festas da semana académica pode perfeitamente acontecer sem animais; não há qualquer justificação para perseguir, humilhar, nem praticar sejam que sevícias forem a um animal indefeso. Como V. Exa. concordará, os jovens devem ser educados no sentido de nutrir compaixão e respeito pelos outros animais que partilham com eles o Planeta, para que dessa forma venham a ser adultos conscientes da responsabilidade que todos carregamos para com o nos rodeia, sejam outros humanos, animais e/ou o ambiente.
Venho ainda informar V. Exa. de que, além da questão ética acima exposta, parece-me questionável a legalidade desse “espectáculo”, de modo que tomei providências no sentido de o denunciar às autoridades veterinárias competentes.
Com a certeza de que V. Exa. tomará uma posição firme que levará à substituição daquele evento por um outro livre de crueldade, despeço-me,
Com os melhores cumprimentos,
De V. Exa.
Nome:
Cidade:
E-mail:
quinta-feira, 21 de abril de 2011
É isto uma universidade?
Vimos apelar a que manifeste o seu desagrado pela utilização de dinheiros públicos na promoção de uma garraiada pela Associação Académica da Universidade dos Açores, enviando um e-mail com o texto abaixo ou com um texto original para a referida associação, para o presidente do Governo Regional dos Açores, para o Reitor da Universidade dos Açores e para a Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Envie um mail para:
aaua@uac.pt , dscar@uac.pt, presidencia@azores.gov.pt, bertacabral@mpdelgada.pt
E envie também uma cópia para:
acoresmelhores@gmail.com
* * * * *
Exmo. Senhor Presidente da Associação Académica da Universidade dos Açores
(Com Conhecimento ao Presidente do Governo dos Açores e ao Reitor da Universidade dos Açores e à Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada)
Foi com alguma surpresa que tomamos conhecimento que a Associação Académica da Universidade dos Açores, com o apoio de dinheiros públicos, uma vez mais vai promover uma “garraiada"
Atendendo a tal actividade nada tem a ver com a cultura do povo micaelense, constituir um desrespeito pela Declaração Universal dos Direitos do Animal que reconhece a necessidade de se respeitar o bem-estar e natureza dos animais não humanos e constituir um mau uso dos dinheiros públicos numa altura em que são conhecidas as dificuldades orçamentais da Universidade dos Açores e tanto os Açores como o resto do território nacional, está a atravessar uma crise económica e social que se traduz no número crescente de desempregados e na dificuldade por que passam as pequenas e médias empresas, vimos manifestar o nosso repúdio pela integração da garraiada na Semana Académica que só pode ser entendida como parte da investida, em São Miguel, por parte de alguns aficionados terceirenses que pretendem popularizar as touradas com o fim único de introduzir nos Açores as touradas picadas e os touros de morte.
Aproveitamos para declarar o nosso compromisso de tudo fazer para denunciar, a nível nacional e internacional, o mau uso dado aos dinheiros públicos para a manutenção de uma indústria decadente que vive do sofrimento dos animais.
Com os melhores cumprimentos
(Nome)
(Localidade para os residentes em Portugal ou País)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Cota de focas a serem mortas em 2011
Na sexta-feira passada, a Ministra Canadiana das Pescas, Gail Shea, anunciou a cota de focas que podem ser mortas em 2011: 468,200 focas! Esta é a maior cota da História, desde que o sistema de cotas foi instituído. Para saber mais acerca deste grave e massivo assassinato de animais, por favor queira visitar: http://www.harpseals.org/index.phpTal como tem feito todos os anos (com excepção do ano de 2010), a ANIMAL protestará contra o horror acima descrito. Para além do protesto simbólico que promoverá no próximo dia 14 de Abril, entre as 13h e as 14h, em frente à Embaixada do Canadá em Lisboa, e no qual fica desde já convidada/o a participar, a ANIMAL promove também um protesto por e-mail. Por favor escreva a sua própria mensagem, ou copie a carta abaixo sugerida, e envie-a para:
lsbon@international.gc.ca
Com cc a:
campanhas@animal.org.pt
* * * * *
To The Ambassador to the Embassy of Canada in Portugal,
Mrs. Anne-Marie Bourcier,
Excellency,
It was with a feeling of shock and disbelief that I have learned that Canada still goes on hunting and killing helpless animals, namely seals, and that the quote established for 2011 has risen to the incredible number of 468,200. This means that 468,200 individuals will be brutalized, for no justifiable reason. Modern science - and also common sense-, tells us that there is no evidence that such a killing is needed, and I, as a compassionate and civilized person, choose to boycott Canada and Canadian products as long as this cruel activity lasts, and I am asking all my friends and family to do the same.
I hope that Canadian authorities put their morals over their interests and make the decision to stop such an appalling activity. The world is watching Canada, and more and more countries are joining the boycott.
I urge you to pass Portuguese people’s message to Canadian officials: we will boycott Canada until the killing ends.
Respectfully,
Name:
City:
E-mail:
terça-feira, 22 de março de 2011
Touradas Património da Humanidade?
Assine a petição para que a UNESCO não declare as touradas Património da Humanidade:
http://www.petitions24.com/contra_la_declaracion...
* * * * *
"Pedimos a la UNESCO que ni la tauromaquia ni los Festejos Taurinos Populares sean declarados Patrimonio Intangible de la Humanidad."
Carta a la Sra Duvelle
Como anuncian los medios de comunicación el adinerado y poderoso lobby taurino ha presentado la "fiesta" para que sea declarada Patrimonio Mundial Cultural Inmaterial de la UNESCO, propuesta apoyada por políticos, instituciones y empresarios cuyos intereses y gustos personales están casados de una manera u otra con la tauromaquia.
Según lo declarado en la última Convención Internacional Taurina de Contoromex en Tijuana, México, el pasado verano de 2010, ciudades como Arles, Nimes, Bézier en Francia, Madrid, Murcia, Sevilla y la Asociación Internacional de la Tauromaquia en España, así como el Consejo Nacional Taurino en México, entre otros, han expresado su intención de solicitar dicha declaración.En este sentido, quisiera, como todos los firmantes de esta petición, expresar mi más profundo rechazo a que las corridas de toros y/o los festejos taurinos populares puedan ser declarados Patrimonio Intangible de la Humanidad por la UNESCO, ya que (de acuerdo al artículo 2 de sus estatutos):
1. No es reconocido como tal por la mayoría de los ciudadanos de las ciudades y países donde se lleva a cabo, como lo demuestra la reciente prohibición en Cataluña, España, la prohibición ya existente en las Islas Canarias desde 1999, o cualquiera de las encuestas que se puedan consultar sobre el tema como la realizada por Gallup/IG Investiga, donde el 67,2% de los españoles muestra ningún interés o rechaza los toros. Más información en inglés aquí: http://www.slideshare.net/MartaEstebanMiano/spain-and-bullfighting
2. Debido a que no se ajusta a las normas mínimas de ética humana, porque no es ético que nos entretengamos con un espectáculo que incluya el sufrimiento, la sangre y la muerte de un animal, haciendo caso omiso y enseñar a nuestros hijos a ignorar cualquier activo de la empatía o compasión que crezca en los corazones de los espectadores.
Asimismo, le pido que la red internacional antitaurina o uno de sus miembros en su nombre actúe antitaurina actúe como ONG consultora de los comités encargados de estudiar la solicitud de los taurinos, tal y como permite el artículo 8 de sus estatutos. La red cuenta con un amplio grupo de expertos en Derecho de Veterinaria, Sociología, Ingeniería Agronómica, periodistas, miembros de partidos políticos, que pueden proporcionar información exacta y objetiva. Sé que la red ya se ha puesto en contacto directamente con usted con este propósito. Ruego escuchen su legítima petición.
Por último quisiera recordarles la amplia lista de líderes mundiales y celebridades que apoyan nuestra causa, entre los que me gustaría mencionar que el Dalai Lama o el Premio Nobel Coetzee, entre otros.
Querida señora Duvelle, me dirijo a usted como principal responsable de la Sección del Patrimonio Cultural Inmaterial. Hemos leído sus palabras cuando dijo: "Cada expresión del patrimonio inmaterial es preciosa para los que lo practican, proporcionándoles la esencia misma de su pertenencia a su comunidad". Sin embargo, las corridas de toros es para la mayoría de los españoles, franceses, portugueses y los latinoamericanos, una práctica que les avergüenza, que los divide y genera un número creciente de voces que reclaman su fin.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Cervejas e touradas
NÃO À CERVEJA SAGRES ENQUANTO ESTA EMPRESA PRATROCINAR ACTOS DE BARBARIDADE!!
A cerveja SAGRES tem sido uma grande patrocinadora das touradas em Portugal. Ao escolher esta posição, ela se tornou alvo, naturalmente, de BOICOTE por parte daqueles que realmente amam os animais e gostariam de ver o FIM desta barbárie.Vamos escrever para a SAGRES? Não custa nada, é super rápido e muito fácil. Basta copiar/colar/enviar.
PAULA SANTOS
enviar e-mails para:
scc@centralcervejas.pt; servicocliente@centralcervejas.pt; ipereira@centralcervejas.pt; pportugal@centralcervejas.pt; slebre@centralcervejas.pt; ncalado@agualuso.pt; ncapela@centralcervejas.pt; provedor.scc@centralcervejas.pt; nuno.pinto.magalhaes@centralcervejas.pt; info@agualuso.pt; sal@agualuso.pt,
com cópia c/c para:
campanhas@animal.org.pt.
Mensagem sugerida:
À Administração da Central de Cervejas:
Exmos. Senhores,
Li a V. resposta, assinada pelo Senhor Nuno Pinto Magalhães, ao pedido para que terminassem a associação da marca SAGRES com as touradas, nomeadamente no Campo Pequeno, e a interpretação que faço das V. palavras é a mais objectiva e óbvia possível:
· A SAGRES / Central de Cervejas patrocina muitos eventos, entre os quais se contam eventos com touradas, e não tem – nem quer passar a ter – o cuidado de se certificar de que, de todos os eventos que patrocina, exclui destes aqueles que envolvem touradas. Essa é, muito claramente, uma opção que a SAGRES / Central de Cervejas tinha a fazer e que fez, para escolher continuar a manter-se envolvida como patrocinadora de eventos que podem incluir touradas, ao invés de se afastar disso, como oito grandes empresas o fizeram nos últimos dois meses (entre as quais a Super Bock / UNICER);
· A SAGRES / Central de Cervejas tem aceitado e continuará a aceitar que faixas publicitárias da marca sejam exibidas em plena praça de touros do Campo Pequeno, enquanto ali decorrem touradas, porque isso decorre “de uma contrapartida negocial, em termos publicitários, num local de consumo de bebidas, cuja venda é o nosso negócio [da SAGRES / Central de Cervejas]”, o que significa que, novamente, também neste aspecto particular, a SAGRES / Central de Cervejas escolhe manter a associação da sua marca às touradas ao invés de ter o cuidado de o não fazer, apesar destes serem eventos moralmente aberrantes, proibidos em quase todo o mundo e em vias de serem proibidos em Portugal, considerados por um tribunal como cruéis e susceptíveis de influírem negativamente na construção e desenvolvimento da personalidade de crianças e adolescentes, sendo que a SAGRES / Central de Cervejas decide tomar esta posição na mesma altura em que os defensores das touradas a apresentam como “a cerveja que não traiu os aficcionados”, enquanto eu e centenas de pessoas escreveram à V. empresa pedindo que tomasse a única posição eticamente correcta e comercialmente mais benéfica que poderia tomar, que seria afastar-se das touradas.
Felizmente, vivemos numa economia de mercado, livre, em que há muita concorrência e em que, enquanto umas empresas se colocam comercial e publicitária do lado errado, como a SAGRES / Central de Cervejas está a fazer, outras há, como a SUPER BOCK / UNICER, que se colocam do lado certo, do que se segue que todas as pessoas que se preocupam em estar do lado certo passarão, sem hesitações, a preferir todas as bebidas e produtos do grupo UNICER, ao mesmo tempo que passarão a rejeitar todas as bebidas e produtos do grupo Central de Cervejas, enquanto este não revir a sua posição nesta matéria. Felizmente, os consumidores têm aqui um poder que não se esgota nas decisões das empresas – mas que premeia ou castiga, sem dúvida alguma, as posições que estas decidem tomar.
Lamentando que a SAGRES / Central de Cervejas tenha decidido ficar do lado errado e deixando a certeza de que nem eu nem muitos daqueles com quem eu partilhar esta informação acompanharemos a V. empresa e os V. produtos neste erro,
Com os meus melhores cumprimentos, na certeza de que suas vendas sofrerão um reflexo desta sua equivocada decisão,
Nome:
Cidade:
E-mail:
Abaixo-assinado contra tortura de gatos em Campia
Tradição de tortura a um gato em Campia/Portugal - Costumes bárbaros e medievais:
(http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/405)
Caros amigos dos animais!
Chegou a hora de acabar com uma tradição primitiva e cruel que serve apenas para divertir uns quantos sádicos.
Acontece em Campia, uma pequena aldeia do concelho de Vouzela em Viseu. No dia de carnaval os organizadores da festa teimam em incluir uma tradição que consta do seguinte: Os organizadores caçam , roubam um gato, algures, e metem-no num cântaro onde fica fechado até à hora da festa, (todos sabemos que os gatos sofrem de forte claustrofobia, e, só isto é causa de grande angústia e sofrimento).
Depois, no largo da festa, está um grande mastro ladeado de lenha, o cântaro é elevado por cordas até ao cimo do mastro, a seguir lançam fogo á lenha que aquece o cântaro, queima as cordas e o cântaro cai desfazendo-se em cacos; o gato (se ainda puder) corre espavorido tendo á perna a parolada toda a persegui-lo com paus para ver quem lhe acerta.
Todos sabemos que os países civilizados não admitem más tradições, só as que dão alegria e bem estar a todos. Já no 3º mundo abundam as tradições em que o forte usa o fraco; Os apedrejamentos, os sacrifícios, as amputações, a escravatura, geralmente em que as vítimas são as mulheres, as crianças e os animais.
Todos nós temos obrigação de colaborar na evolução do nosso país.
Esperemos então que cada um de nós passe a palavra ao maior número de pessoas, e envie uma crítica a quem tem culpas desta prática.
Tem o presidente da junta, que é um dos organizadores, o presidente da Câmara que concorda, o padre que abençoa a festa, e todos os que vêem, calam e consentem.
As contestações isoladas de nada têm servido, pelo contrário. Temos que ser muitos a repudiar esta tradição para eles perceberem a falta de civismo.
Daqui até ao carnaval, não paremos de criticar e denunciar a quem de direito!
Assine este abaixo-assinado
Destinatário: junta.campia@clix.pt
(http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/405)
Caros amigos dos animais!
Chegou a hora de acabar com uma tradição primitiva e cruel que serve apenas para divertir uns quantos sádicos.
Acontece em Campia, uma pequena aldeia do concelho de Vouzela em Viseu. No dia de carnaval os organizadores da festa teimam em incluir uma tradição que consta do seguinte: Os organizadores caçam , roubam um gato, algures, e metem-no num cântaro onde fica fechado até à hora da festa, (todos sabemos que os gatos sofrem de forte claustrofobia, e, só isto é causa de grande angústia e sofrimento).Depois, no largo da festa, está um grande mastro ladeado de lenha, o cântaro é elevado por cordas até ao cimo do mastro, a seguir lançam fogo á lenha que aquece o cântaro, queima as cordas e o cântaro cai desfazendo-se em cacos; o gato (se ainda puder) corre espavorido tendo á perna a parolada toda a persegui-lo com paus para ver quem lhe acerta.
Todos sabemos que os países civilizados não admitem más tradições, só as que dão alegria e bem estar a todos. Já no 3º mundo abundam as tradições em que o forte usa o fraco; Os apedrejamentos, os sacrifícios, as amputações, a escravatura, geralmente em que as vítimas são as mulheres, as crianças e os animais.
Todos nós temos obrigação de colaborar na evolução do nosso país.
Esperemos então que cada um de nós passe a palavra ao maior número de pessoas, e envie uma crítica a quem tem culpas desta prática.
Tem o presidente da junta, que é um dos organizadores, o presidente da Câmara que concorda, o padre que abençoa a festa, e todos os que vêem, calam e consentem.
As contestações isoladas de nada têm servido, pelo contrário. Temos que ser muitos a repudiar esta tradição para eles perceberem a falta de civismo.
Daqui até ao carnaval, não paremos de criticar e denunciar a quem de direito!
Assine este abaixo-assinado
Destinatário: junta.campia@clix.pt
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Anilhagem científica de aves
Sete Cidades, 20 de Fevereiro.
Fotos: Carmo Barreto.
Estrelinha-de-poupa (Regulus regulus azoricus), Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) e Tentilhão-comum (Fringilla coelebs moreletti).




Artigo de Pedro Rodrigues no Açoriano Oriental:
http://repositorio.uac.pt/bitstream/10400.3/1017/1/BIOLOGIA%2020%20Fev2011.pdf
Fotos: Carmo Barreto.
Estrelinha-de-poupa (Regulus regulus azoricus), Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) e Tentilhão-comum (Fringilla coelebs moreletti).




Artigo de Pedro Rodrigues no Açoriano Oriental:
http://repositorio.uac.pt/bitstream/10400.3/1017/1/BIOLOGIA%2020%20Fev2011.pdf
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Observação de Aves - Lagoa das Sete Cidades
Lista das aves observadas:
- Lagoa Azul:
- Aythya marila - Negrelho
- Podilymbus podiceps - Mergulhão caçador
- Fulica atra - Galeirão
- Caldeira do Alferes:
- Anas clypeata - pato trombeteiro
- Aythya fuligula - Negrinha
- Platalea leucorodia - Colhereiro
- Egretta grazetta - Garça pequena branca
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Observação de aves - Lagoa das Setes Cidades
No Domingo, dia 20 de Fevereiro, decorrerá uma saída para observação de aves na Lagoa das Sete Cidades.Pontos de encontro:
- 9h15 na plataforma em frente às Portas da Cidade de Ponta Delgada.
- 10h00 na Ponte das Sete Cidades, ponto de partida para a observação de aves.
Duração: 4 horas.
Percurso: Lagoas das Sete Cidades / Caldeira do Alferes / Mosteiros.
Inclui uma visita aos trabalhos de anilhagem do ornitólogo açoriano Pedro Rodrigues.
A participação é livre. Compareça!!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Monumentos
Os povos levantam monumentos àquilo que, no seu imaginário, constitui um modelo a seguir ou se configura como uma manifestação representativa do seu espírito colectivo.
O monumento ao Touro pensante existente em Barcelona revela, talvez, o espírito dum povo que se esforça por manter um olhar profundo sobre coisas tão aparentemente simples ou banais como a figura dum touro. O touro pensante, sentado no seu pedestal, reflecte acerca daquilo que se encontra ao seu redor, acerca das pessoas que passam, acerca do mundo… talvez acerca da origem e destino de todas as coisas. E pensando ele, e pensando também as pessoas sobre ele, a sua figura ganhou talvez, ao longo dos anos, algum tipo de respeito e reconhecimento público. E foi se calhar por isso que, no passado ano, as corridas de touros foram finalmente proibidas na cidade, nomeadamente numa praça chamada A Monumental.
Diga-se, já agora, que este monumento ao touro, de pouco mais dum metro de altura, foi sem dúvida bastante baratinho.

Pelo contrário, na Terceira foi agora levantado um monumento ao touro bem diferente. 150 mil euros pagos pelo governo regional, isto é, pagos por todos nós, serviram para isto. Esta opulência de dinheiro permitiu que o monumento não tivesse só um touro, mas três. E que todos eles tivessem não um, mas sim vários metros de altura.
O seu propósito é impressionar o freguês, provocar o medo dos homens, o desmaio das mulheres… e a gargalhada das crianças. Qual será, com tudo isto, o propósito do nosso governo, neste caso tão generoso com as artes e com os fundos públicos?
Mas, olhando para este monumento, podemos perguntar-nos algo ainda mais importante. Podemos perguntar-nos: qual será o espírito deste nosso povo?

O monumento ao Touro pensante existente em Barcelona revela, talvez, o espírito dum povo que se esforça por manter um olhar profundo sobre coisas tão aparentemente simples ou banais como a figura dum touro. O touro pensante, sentado no seu pedestal, reflecte acerca daquilo que se encontra ao seu redor, acerca das pessoas que passam, acerca do mundo… talvez acerca da origem e destino de todas as coisas. E pensando ele, e pensando também as pessoas sobre ele, a sua figura ganhou talvez, ao longo dos anos, algum tipo de respeito e reconhecimento público. E foi se calhar por isso que, no passado ano, as corridas de touros foram finalmente proibidas na cidade, nomeadamente numa praça chamada A Monumental.
Diga-se, já agora, que este monumento ao touro, de pouco mais dum metro de altura, foi sem dúvida bastante baratinho.

Pelo contrário, na Terceira foi agora levantado um monumento ao touro bem diferente. 150 mil euros pagos pelo governo regional, isto é, pagos por todos nós, serviram para isto. Esta opulência de dinheiro permitiu que o monumento não tivesse só um touro, mas três. E que todos eles tivessem não um, mas sim vários metros de altura.
O seu propósito é impressionar o freguês, provocar o medo dos homens, o desmaio das mulheres… e a gargalhada das crianças. Qual será, com tudo isto, o propósito do nosso governo, neste caso tão generoso com as artes e com os fundos públicos?
Mas, olhando para este monumento, podemos perguntar-nos algo ainda mais importante. Podemos perguntar-nos: qual será o espírito deste nosso povo?

Subscrever:
Mensagens (Atom)
