quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Pelos Animais
No Dia do Animal por uma nova política para os animais de companhia
Há um século foram fundadas as primeiras associações de proteção dos animais dos Açores que tinham como preocupação principal combater o abandono e os maus tratos de que eram alvo os animais de companhia e lutar por melhores condições de existência para os animais de tiro, nomeadamente cavalos, bois e burros, que eram vítimas de maus tratos, trabalhavam mesmo doentes e em muitos casos eram mal alimentados.
Desde então até hoje, muitos açorianos se têm dedicado à causa da proteção dos animais, sendo incompreensível como 34 anos depois de aprovada a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, na nossa região, como um pouco por todo o mundo, o flagelo do abandono e dos maus tratos aos animais de companhia não tenha sido erradicado.
Hoje, 4 de Outubro de 2012, um conjunto de associações e coletivos dos Açores, consciente da crescente preocupação da sociedade face à proteção dos direitos dos animais, vem manifestar a sua concordância e apoio à petição “Por uma nova política para os animais de companhia” (*), que já conta com mais de 1000 (mil) subscritores.
Assim, considerando também que a presença de animais de companhia no seio das famílias, desde que estas tenham condições para os ter, contribui para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e pode constituir um precioso instrumento de educação das crianças, vimos apelar para que seja:
- Criada, pela Assembleia Legislativa Regional, legislação que promova uma política responsável para os animais de companhia, de forma a evitar o contínuo abate de animais abandonados nos canis municipais e baseada, por um lado, na esterilização dos animais errantes, como método mais eficaz do controlo das populações, e, por outro lado, na adoção responsável dos animais abandonados;
- Criados acordos com as associações de proteção dos animais dos Açores devidamente legalizadas para a implementação a nível local das políticas de defesa dos animais;
- Respeitada a memória de Alice Moderno, transformando o atual Hospital Veterinário Alice Moderno, em São Miguel, em hospital público, onde os animais temporariamente a cargo de associações de proteção ou de detentores com dificuldade ou incapacidade económica possam ter acesso a tratamentos, incluindo a esterilização, a preços simbólicos. Nas restantes ilhas, a função e propósitos do Hospital Alice Moderno deveria ficar a cargo de um Centro de Recolha Oficial.
(*) http://www.peticaopublica.com/?pi=P2012N28493
Açores, 4 de Outubro de 2012
(Nome das Associações por ordem alfabética)
Amigos dos Açores – Associação Ecológica
Amigos do Calhau – Associação Ecológica
Associação Açoreana de Proteção dos Animais
Associação Cantinho dos Animais dos Açores
Associação dos Amigos dos Animais da Ilha Graciosa
Associação Faialense dos Amigos dos Animais
CADEP-CN - Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Santa Maria
CAES – Coletivo Açoriano de Ecologia Social
MCATA – Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores
domingo, 12 de agosto de 2012
DIFERENÇA DE CIVILIDADE ENTRE PORTUGAL E ALEMANHA EM RELAÇÃO AOS ANIMAIS
Enquanto por cá várias marcas patrocinam a bárbara tortura de animais
nas touradas, e até são usados milhões de euros dos nossos impostos para esse
lobby sanguinário, saídos do governo e autarquias, contando, ainda com o
desplante apoio da TVI e da RTP, que as transmite, vejam o atraso
civilizacional que se encontra o nosso país e, ainda, larga fatia do nosso povo,
lendo a notícia abaixo.
ADEPTOS DO VERDER BREMEN IRADOS PORQUE PATROCINADOR DO CLUBE NÃO RESPEITA OS DIREITOS DOS ANIMAIS
O novo patrocinador oficial do
Werder Bremen está a causar polémica na Alemanha. Tudo porque a Wiesenhof,
empresa de comercialização de aves, é suspeita de não respeitar os direitos
básicos dos animais.
Adepto do clube e ativistas
procuraram forçar a administração do clube germânico, a não aceitar o patrocínio
da empresa Wiesenhof criando um numeroso
grupo de contestação às intenções do Bremen no `Facebook´. Em menos de uma
semana, cerca de 15 mil pessoas aderiram à iniciativa.
Segundo avança o jornal Kicker, Werder
Bremen vai manter o contrato com a Wiesenhof, dado o adiantado das negociações,
garantindo, no entanto, aos adeptos do clube estar «em constante contacto» com
a empresa, no sentido de se «informar» sobre o processo da sua produção de aves,
em termos de respeito pelo seu bem-estar.
Apesar das explicações e
garantias da administração da equipa germânica, ações de protesto já estão a
ser planeadas por parte de fâs do clube e ativistas pelos direitos dos animais,
entre as quais o boicote à compra de camisolas oficiais do clube e de bilhetes
de época.
Sabendo-se que o melhor fluxo turístico estrangeiro dos Açores é da
Alemanha e aí o GRA tem direcionado forte promoção, pelo grau de civilidade e
de mentalidade daquele povo e dos países nórdicos, em relação aos direitos dos
animais, se afirma de congruente e obrigatório a estancagem da atribuição de
dinheiros públicos às touradas, porque, para além de desrespeitarem os
contribuintes, constituem uma contraproducência à imagem de uma região que se
quer e apregoa como ecológica, e respeitadora da vida.
* José Andrade Melo
Amigos dos Açores, Sta Maria
sábado, 4 de agosto de 2012
Entre em ação
NÃO FIQUE INDIFERENTE – AJUDE-NOS A TRAVAR
A INVESTIDA DA INDÚSTRIA TAUROMÁQUICA EM SÃO MIGUEL (AÇORES)
Proteste contra a realização de uma
tourada à corda em Santa Bárbara no próximo dia 11 de Agosto de 2012
Está prevista a realização de uma tourada à corda na freguesia de
santa Bárbara, concelho da Ribeira Grande na Ilha de São Miguel, no próximo dia
11 de Agosto promovida pela Comissão de Festas, ligada à Igreja Católica.
Escreva ao sr. Bispo e ao Padre da Paróquia para impedir que o
referido triste “espetáculo” se realize. Divulgue por todos os seus contatos.
Pode usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.
Para: geral@diocesedeangra.pt,geralcmrg@cm-ribeiragrande.pt, juntafsbarbara@sapo.pt, rosameneses@cm-ribeiragrande.pt,
ricardo.toste@hotmail.com
Bcc: acorianooriental@acorianooriental.pt,jornal@diariodosacores.pt,
acoresmelhores@gmail.com, matp.acores@gmail.com, auniao@auniao.com,
u@auniao.com, apacores@gmail.com, gbea@amigosdosacores.pt, cantinhoanimaisacores@hotmail.com,
Exmo. e Revmo. Senhor
Dom António de Sousa Braga
C/c:
Pároco da Freguesia, Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande,
Presidente da Assembleia Municipal da Ribeira Grande, Presidente da Junta de
Freguesia
Tomei conhecimento através de uns cartazes que violam o disposto no Decreto Regulamentar n.º 62/91, de 29 de novembro, no que se refere à publicidade dos chamados “espetáculos tauromáquicos”, que promovida pela Comissão de Festas, vai realizar-se, no próximo dia 11 de Agosto, uma tourada à corda na freguesia de Santa Bárbara, concelho da Ribeira Grande.
Considerando que a Igreja Católica deveria ter uma posição clara
de oposição às touradas, que foram condenadas e proibidas pelo Papa Pio V, que
as considerava como espetáculos alheios de caridade cristã;
Considerando que as touradas em nada contribuem para educar os
cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, além de causarem sofrimento aos
mesmos e porem em risco a vida das pessoas;
Considerando que entre a população local há paroquianos que estão
descontentes com o uso das suas contribuições para fins que em nada servem para
a elevação moral e ética dos habitantes de Santa Bárbara;
Considerando que a Igreja (e as comissões a ela associadas) não
pode violar as leis em vigor;
Vimos apelar a V. Revª para que intervenha junto de quem de
direito para que a referida tourada não se realize.
Atentamente
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Desaparecido
sexta-feira, 1 de junho de 2012
TURISMO MANCHADO NÃO PODE SER “ROSTO” DAS NOSSAS ILHAS
ENQUANTO NÃO CHEGA A ABOLIÇÃO DAS TOURADAS, PELO MENOS, QUE SE SUSTENTEM ELAS PRÓPRIAS E SE CUMPRA A LEI VIGENTE
Se utilizar dinheiros públicos para financiar o sofrimento
animal, já é uma aberração inaceitável para o cidadão consciente e respeitador
da vida, duplamente ultrajante é o emprego desses nossos impostos para
financiar atos contrários às leis ou que desrespeitem as decisões tomadas pela
Assembleia Legislativa Regional.
Como é sabido a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos
Açores, num ato a bem dos animais e do bom nome e imagem dos Açores, decidiu no
dia 14 de Maio de 2009 rejeitar a introdução da chamada “sorte de varas”(1) nos
espetáculos tauromáquicos, prática que violenta os animais bárbara e
impiedosamente, até sucumbirem de dor e agonia.
Na Terceira decorreu no início do ano, o chamado “II Fórum
Mundial da Cultura Taurina”, tendo, não obstante a crise e os problemas que
afetam as famílias, entidades públicas regionais atribuído a choruda quantia de
75.000 €, dinheiro que foi somar-se àquele oferecido também pelas câmaras de
Angra e Praia.
(Nos últimos foram atribuídos 2 milhões de euros, de apoios à
tauromaquia, nos Açores!)
Sendo essa volumosa verba, deveras inaceitável para fim em
causa, em detrimento de necessidades sociais prementes, torna-se demais
escandalosa, quando também serviu para a organização do evento financiar uma
tourada picada, conhecida por “sortes de varas” (1), que é proibida no país e
na região, devendo o Governo, moral e eticamente, pugnar pela observância das
leis e determinações saídas da Assembleia Legislativa dos Açores.
A prática da ‘sorte de varas’, além
de proibida pela Lei n.º 19/2002 de 31 de Julho é, igualmente, impedida e
sancionada pelo ‘Regulamento Geral dos Espetáculos Tauromáquicos de Natureza
Artística da Região Autónoma dos Açores’ (Decreto Legislativo Regional n.º
11/2010/A), aprovado na Assembleia Legislativa dos Açores.

A situação aludida, não obstante o voto de protesto da CDU na
ALRA, e perante um pedido de atuação punitiva por parte de um grupo de cidadãos,
e também pelo BE, através de
requerimento, foi totalmente ignorada por parte do GRA, respondendo tão só que
o apoio dado ao evento objetivava o desenvolvimento turístico e que, aquando do
pedido da organização, não referia a tal “tenta pública”, denominação que tentou
disfarçar as “sortes de varas” (1) que as fotos não deixam desmentir.
Este “lava mãos à Pilatos”, não limpa uma ilegalidade, que
massacrou animais, dentro de um programa pago com apoios públicos, ditos para
desenvolvimento turístico.
É esta imagem turística que a Direção Regional do Turismo quer
dar da região, dita ecológica e premiada pela conservação da natureza, que deve
incluir o respeito pela vida animal?
Que moralidade e exemplo para os cidadãos comuns cumprirem as leis, quando quem as “fabrica” e as exige aos outros não as observa, em situações claras de violação?
Dentro de uma ação cidadania ativa e responsável que se exige,
não se pode eximir de protesto o desrespeito pela aplicação da lei, o
desrespeito pelos animais e o respeito pela maioria dos açorianos que são
contra touradas e o usos dos seus impostos no suporte das mesmas.

quinta-feira, 17 de maio de 2012
CADEP-CN E REPRESENTAÇÃO DOS AMIGOS DOS AÇORES DE SANTA MARIA FAZEM DOAÇÃO DE ALIMENTOS AO CAMAC DE VILA DO PORTO
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Hoje 16 jovens do CADEP-CN e representação de Santa Maria dos Amigos dos Açores, fizeram a 2ª entrega de ração (18 sacos) no CAMAC de Vila do Porto (Centro de Acolhimento Municipal de Animais de Companhia), na decorrência do 1º Prémio que lhes foi atribuido, na "Marcha da Liberdade", promovida pela AJISM, onde levaram o tema "LIBERTAÇÃO ANIMAL".
Hoje 16 jovens do CADEP-CN e representação de Santa Maria dos Amigos dos Açores, fizeram a 2ª entrega de ração (18 sacos) no CAMAC de Vila do Porto (Centro de Acolhimento Municipal de Animais de Companhia), na decorrência do 1º Prémio que lhes foi atribuido, na "Marcha da Liberdade", promovida pela AJISM, onde levaram o tema "LIBERTAÇÃO ANIMAL".
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Com o montante do prémio o CADEP-CN e A.Açores, Sta Maria, no âmbito da parceria colaborativa com o CAMAC de Vila do Porto, assumiram a alimentação dos animais durante Maio e e Junho.
Com o montante do prémio o CADEP-CN e A.Açores, Sta Maria, no âmbito da parceria colaborativa com o CAMAC de Vila do Porto, assumiram a alimentação dos animais durante Maio e e Junho.
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Colabore também com o CAMAC de Vila do Porto, adotanto um animal e/ou doando um saco de ração.
Colabore também com o CAMAC de Vila do Porto, adotanto um animal e/ou doando um saco de ração.
Assegurar o bem-estar
dos animais do Centro de Acolhimento Municipal de Animais de Companhia de Vila
do Porto, é uma responsabilidade da edilidade, mas também é um dever de
cidadania colaborar, adotando animais e doando alimentos.
DENUNCIE SITUAÇÕES DE ABANDONO!
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UM CENTRO DE
RECOLHA E ACOLHIMENTO DE ANIMAIS CHEIO
É REVELADOR DA INCÚRIA HUMANA DE UMA POPULAÇÃO.
É REVELADOR DA INCÚRIA HUMANA DE UMA POPULAÇÃO.
A MANEIRA COMO SÃO TRATADOS OS ANIMAIS É
REVELADOR DO GRAU CIVLIZACIONAL DE UM POVO!
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sexta-feira, 27 de abril de 2012
VÍDEO: "LIBERTAÇÃO ANIMAL" DESTACADA NA "MARCHA DA LIBERDADE", EM SANTA MARIA
Para além de vincar e enaltecer
os "valores de Abril”, pretendeu-se sensibilizar para a extensão dos princípios
de liberdade e da defesa de direitos a todos os seres, que pela sua condição
biológica e senciência, “sentem como gente”, sendo eticamente exigível a sua
proteção, acesso à saúde, carinho, alimentação e espaços condignos para
desenvolverem as sua natureza intrínseca de mobilidade e exercício.
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O “25 DE ABRIL” E A “LIBERTAÇÃO ANIMAL, DESTACADOS NA MARCHA DA LIBERDADE EM SANTA MARIA
= O IMPACTO RESULTOU
E A MENSAGEM PASSOU =
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Subordinado ao tema “Libertação
Animal” o CADEP-CN e representação dos Amigos dos Açores, em Santa Maria , com a
colaboração do CAMAC (Centro de Acolhimento Municipal de Animais de Companhia),
realizou no dia 25 de abril, um Dog Trekking especial, integrado na
“Marcha da Liberdade” organizada pela AJISM.
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Para além de vincar e enaltecer os "valores de Abril”, pretendeu-se sensibilizar para a extensão dos princípios de liberdade e da defesa de direitos a todos os seres, que pela sua condição biológica e senciência, “sentem como gente”, sendo eticamente exigível a sua proteção, acesso à saúde, carinho, alimentação e espaços condignos para desenvolverem as sua natureza intrínseca de mobilidade e exercício.
-Para além de vincar e enaltecer os "valores de Abril”, pretendeu-se sensibilizar para a extensão dos princípios de liberdade e da defesa de direitos a todos os seres, que pela sua condição biológica e senciência, “sentem como gente”, sendo eticamente exigível a sua proteção, acesso à saúde, carinho, alimentação e espaços condignos para desenvolverem as sua natureza intrínseca de mobilidade e exercício.
Nesta participação, através do
cartaz central e das T Shirts foi transmitida esta mensagemn de
“libertação” e de “direitos para todos os seres”, vincando-se particularmente o
problema do abandono dos animais de companhia – atos cruéis e degradantes da
nossa sociedade --, e apelo às adoções responsáveis, libertando das grades do
canil, os “amigos” que a incúria humana os condenou.
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Os apelos-chave, atinentes ao
CAMAC de Vila do Porto -- NÃO ABANDONE E ADOTE --, igualmente tiveram impacto e
até efeitos imediatos, pois, durante o Dog Trekking foram
contratualizadas três adoções e uma outra ficou pendente de ponderação.
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Os "valores de Abril"
estão vivos, sendo necessário pugná-los e reafirmá-los mais do que nunca,
defendendo-os para nós e para os nossos amigos animais.
-
* José
Andrade Melo
Amigos dos Açores, Sta Maria
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Pelos animais, escreve aos deputados.

Na próxima quinta-feira, dia 19 de Janeiro, a partir das 15h (depois de outros temas) será discutida no Parlamento a Petição “Pelo fim das corridas de touros em Portugal”, autoria da CAPT – Campanha Anti-Tourada de Portugal. Estará presente - em representação dos animais utilizados pela tauromaquia -, um grupo composto por ONGs de protecção dos animais e por activistas independentes.
Se quiser estar presente em frente à Assembleia da República, por favor considere trazer uma braçadeira preta (a pedido do CAPT) como sinal de luto pelos animais vítimas da tauromaquia.
Por favor não esqueça que estamos com a razão do nosso lado e não devemos perdê-la sob circunstância alguma, assim, pedimos a quem queria estar presente que venha em paz e não responda a provocações. O nosso comportamento deve sempre manter-se impecável; os animais merecem-nos isso.
Pedimos a todas as pessoas que lêem este apelo para que escrevam à Presidente da Assembleia da República e aos Grupos Parlamentares, pedindo-lhes que naquela discussão considerem os interesses dos animais e não os da tauromaquia. Por favor escreva a sua própria mensagem ou envie a mensagem abaixo sugerida para os seguintes contactos:Presidente da Assembleia da República (para enviar uma mensagem à Presidente terá que colar a sua mensagem no espaço a ela destinado): http://www.parlamento.pt/sites/PAR/PARXIIL/Contacto/Paginas/default.aspx
Grupo Parlamentar do PS Gp_ps@ps.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do PSD Gp_psd@psd.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do PP Gp_pp@pp.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do BE Bloco.esquerda@be.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do PCP Gp_pcp@pcp.parlamento.pt
Grupo Parlamentar”Os Verdes” Pev.correio@pev.parlamento.pt
Mensagem sugerida:
Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República,
Exmas./os Senhoras/ Senhores Deputados à Assembleia da República,
Excelências,
Tomei conhecimento de que a petição pública “Pelo fim das corridas de touros em Portugal” - apresentada pelo CAPT - Campanha Anti-Tourada de Portugal, em Julho de 2011 - , irá ser discutida em plenário da Assembleia da República no próximo dia 19 de Janeiro. Embora saiba que alguns parlamentares são simpatizantes da tauromaquia, tenho razões para acreditar que a maioria de V. Exas. é constituída por pessoas compassivas e esclarecidas, que sabem que não é possível em 2012 ainda se acreditar que animais devem ser massacrados e posteriormente mortos para entretenimento de uma facção da população portuguesa. A ciência, fundamentada na investigação anatómica, fisiológica e neurológica dos animais usados na tauromaquia, confirma o que o senso comum revela: touros e cavalos sofrem antes, durante e depois dos espectáculos tauromáquicos. Além destas questões de âmbito cientifico e moral, apresenta-se-me ainda como ultrajante que num momento de grave crise económica, estando a maior parte das Câmaras Municipais do país com dificuldades em conseguirem cumprir os seus compromissos mais básicos e manterem todos os seus funcionários, continuem a subsidiar a actividade tauromáquica.A tauromaquia ainda subsiste em 9 países do Mundo, mas na última década têm-se assistido a verdadeiros exercícios de civilização da sociedade, nomeadamente com a declaração de dezenas e dezenas de cidades e vilas como “Anti-touradas”, e até mesmo uma região assim foi declarada: a Catalunha. Os sinais de que estas decisões se alargarão a mais cidades, vilas, regiões, e até países, são claros, e não tenho qualquer dúvida de que o meu país será um dia um país livre de touradas.
V. Exas. foram eleitas/os meus representantes, e é como tal que vos peço que façam soar a minha posição em plenário. Não quero nem posso admitir que um país que foi pioneiro na abolição da pena de morte, e que tem estado na linha da frente do progresso civilizacional de tantas outras formas, um país para o qual contribuo mesmo em tempos difíceis, seja conhecido no seu trato aos animais como sendo uma nação bárbara, retrógrada e cruel.
Na certeza de que V. Exas. tomarão em consideração esta minha mensagem, despeço-me,
Muito respeitosamente,
De V. Exas.
Nome:
Localidade:
sábado, 29 de outubro de 2011
O Breu precisa de um dono
O Breu é um cãozinho de grande porte, de pêlo preto, jovem, meigo, muito brincalhão, e necessita urgentemente de um lar que o possa acolher!
Dado o seu porte robusto e o seu gosto por dar umas boas corridinhas, é necessário alguém que disponha de um espaço amplo e vedado.
Neste momento o Breu está num pequeno jardim em Capelas, de onde sai com facilidade, passando o dia na rua a correr o risco de ser atropelado, mal tratado ou mesmo levado para o canil. :(

A sua historia começou no passado domingo dia 23 quando, ao passearmos pela zona da Achada das Furnas-Congro (ilha de S. Miguel), nos deparámos com uma situação deveras triste e à qual não pudemos permanecer indiferentes:
Encontrámos o Breu no fundo de uma grota com cerca de 15 metros de profundidade, em estado de choque, muito assustado, sem ter como sair daquele "buraco" e sem acesso quer a água, quer a qualquer tipo de alimento.
Com ajuda de cordas e, naturalmente, com alguma dificuldade, lá conseguimos descer até ao local. A princípio até receámos um pouco a reacção do animal mas tendo em conta o seu estado de carência não foi difícil cativá-lo. Conseguimos trazê-lo para cima onde lhe demos água e o alimento que tinhamos (bolachas).
Questionámos alguns lavradores locais que afirmaram desconher aquele animal, frisando ainda que é comum o abandono de cães naquela área mesmo por pessoas oriundas de outras zonas da ilha. Realmente o tipo de animal não se coaduna com um cão de caça nem de guarda de pasto/máquina de ordenha, o que infelizmente nos leva a supor que o mais provável é que ele tenha sido não só abandonado, mas colocado intensionalmente naquele sítio quase inacessível.
Vendo que o cão se comportava como desconhecendo aquela zona, e não havendo quaisquer habitações nas imediações, não nos restou alternativa senão trazê-lo connosco.
Da nossa parte, resta-nos agrader a divulgação desta mensagem.
O Breu anseia apenas por um dono com coração (e algum espaço no quintal...!)!
Ana Hipólito e Rui de Sousa
Contactos: 963582976
ana.hipolito80@gmail.com
Dado o seu porte robusto e o seu gosto por dar umas boas corridinhas, é necessário alguém que disponha de um espaço amplo e vedado.
Neste momento o Breu está num pequeno jardim em Capelas, de onde sai com facilidade, passando o dia na rua a correr o risco de ser atropelado, mal tratado ou mesmo levado para o canil. :(

A sua historia começou no passado domingo dia 23 quando, ao passearmos pela zona da Achada das Furnas-Congro (ilha de S. Miguel), nos deparámos com uma situação deveras triste e à qual não pudemos permanecer indiferentes:
Encontrámos o Breu no fundo de uma grota com cerca de 15 metros de profundidade, em estado de choque, muito assustado, sem ter como sair daquele "buraco" e sem acesso quer a água, quer a qualquer tipo de alimento.
Com ajuda de cordas e, naturalmente, com alguma dificuldade, lá conseguimos descer até ao local. A princípio até receámos um pouco a reacção do animal mas tendo em conta o seu estado de carência não foi difícil cativá-lo. Conseguimos trazê-lo para cima onde lhe demos água e o alimento que tinhamos (bolachas).
Questionámos alguns lavradores locais que afirmaram desconher aquele animal, frisando ainda que é comum o abandono de cães naquela área mesmo por pessoas oriundas de outras zonas da ilha. Realmente o tipo de animal não se coaduna com um cão de caça nem de guarda de pasto/máquina de ordenha, o que infelizmente nos leva a supor que o mais provável é que ele tenha sido não só abandonado, mas colocado intensionalmente naquele sítio quase inacessível.
Vendo que o cão se comportava como desconhecendo aquela zona, e não havendo quaisquer habitações nas imediações, não nos restou alternativa senão trazê-lo connosco.
Da nossa parte, resta-nos agrader a divulgação desta mensagem.
O Breu anseia apenas por um dono com coração (e algum espaço no quintal...!)!
Ana Hipólito e Rui de Sousa
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